É Crime, sim. E agora?



Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF)  criminalizou a LGBTIfobia no Brasil. Mas, de lá pra cá, quase nada mudou.    Você pode ajudar: pressione seu estado a adotar o Protocolo LGBTI+!



PRESSIONAR


Assine pra pressionar seu estado

Ao participar desta campanha, você concorda em ter seus dados compartilhados com os organizadores dessa campanha e aceita receber emails de atualização, conforme descrito na política de privacidade desse site. No entanto, você também tem o direito de cancelar o recebimento desses e-mails a qualquer momento.

já assinaram

Assine pra garantir que a criminalização da LGBTIfobia saia do papel.

A gente sabe: mesmo depois da decisão do STF, denunciar LGBTIfobia não é coisa fácil. Na prática, a criminalização ainda não saiu do papel.




Por isso, um grupo de organizações desenvolveu o Protocolo LGBTI+, uma espécie de passo-a-passo pra que as forças de segurança pública – policiais, as equipes das delegacias, etc. – saibam como lidar com denúncias de LGBTIfobia.



Agora falta o mais importante: que o Protocolo LGBTI+ seja adotado imediatamente em todos os estados brasileiros. É aí que você entra.

Assine o abaixo-assinado e peça ao governo do seu estado – que é quem chefia segurança pública – pra adotar o Protocolo LGBTI+ imediatamente.

Consequência 2
POUCOS DADOS SOBRE LGBTIFOBIA

/ Hoje, a grande maioria dos crimes de LGBTIfobia não são registrados corretamente. Muitas delegacias, inclusive, ainda não incluíram essa opção no boletim de ocorrência.

/ É muito importante saber, de forma detalhada, quantas denúncias são feitas, de que tipo elas são e que tipo de pessoa é mais afetada.

/ Isso ajuda na hora de pressionar os governos por políticas públicas pra proteger as pessoas LGBTI+ e diminuir a violência.


QUERO AJUDAR A RESOLVER O PROBLEMA!


QUAL É O PROBLEMA?

Desde a decisão do STF, a maioria dos estados não se adaptou em NADA pra receber, apurar e contabilizar denúncias de LGBTIfobia.

E quais são as consequências disso?


Consequência 1
MUITA VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL

/ Violência institucional é aquela praticada por agentes de instituições públicas.

/ No caso das forças de segurança, esse tipo de violência acontece dentro e fora das delegacias durante o atendimento, abordagens ou revistas de pessoas LGBTI+.

/ Treinamentos adequados pras polícias – civil e militar – e guardas municipais podem garantir que as pessoas LGBTI+ sejam acolhidas com respeito e não sofram mais violências.
Entre outras coisas,
o Protocolo LGBTI+ pede que as forças de segurança pública:






...registrem o B.O. corretamente

O protocolo também traz sugestões de como a polícia civil deve fazer o registro de boletins de ocorrências (B.O.) envolvendo pessoas LGBTI+, de forma eficiente, respeitosa e sem que a pessoa sofra novas violências na delegacia.

Além disso, o registro correto permite levantar e analisar os dados da LGBTIfobia no país.


E aí, faz sentido, né?


SUPER! VOU ASSINAR!



Clique aqui para ler o Protocolo na íntegra.


ícone abordagem

...abordem de forma respeitosa

O protocolo traz sugestões de conduta para as abordagens de pessoas LGBTI+ na rua, feitas pela polícia militar.

Saber como abordar pessoas LGBTI+ ajuda no diálogo, permite a busca e revista de forma respeitosa, e reduz a chance de humilhações.



...entendam termos e conceitos

Além de explicar o que é a LGBTIfobia, o protocolo detalha de forma clara e acessível um montão de termos ligados à orientação sexual, à identidade e à expressão de gênero.

Saber mais sobre as pessoas LGBTI+ é o primeiro passo pra que a força policial saiba agir corretamente quando precisar interagir com elas.
Já assinou? Agora chama mais gente pra assinar também!




WhatsApp
Twitter



Facebook
Instagram


Não assinou? Clica aqui e assina!




Outros recursos

Muita gente já produziu materiais importantes sobre segurança pública e pessoas LGBTI+. A gente reuniu alguns deles aqui.

Quer contribuir com a lista?
É só clicar no botão aqui embaixo 👇 pra preencher o formulário e enviar materiais pra gente colocar aqui na página!

 

Pra quem é das
forças de segurança
Instruções, treinamentos e sugestões de procedimentos.

Protocolo policial para enfrentamento da Violência LGBTfóbica no Brasil, desenvolvido em parceria com ABGLT, ANTRA e RENOSP

A RENOSP preparou esse manual com muitas informações úteis pra quem é da segurança pública.

Informações
gerais
Reportagens, podcasts e materiais informativos, pra todo mundo.

Reúne dados importantes sobre a violência LGBTIfóbica no Brasil, estratégias pra enfrentá-la e bons exemplos do Brasil e de outros países.

Gravação do evento que trouxe os resultados de pesquisa realizada por alunos e alunas da Clínica de Políticas de Diversidade da FGV Direito SP.

Levantamento mostra subnotificação de casos de homofobia e transfobia. Duração de 3 min. Exibição em 19/09/2020

15 estados e Distrito Federal se recusam a contabilizar violência contra LGBTs

Falar de segurança pública para população LGBT é falar do que não existe com a pesquisadora Dália Celeste

A ANTRA monitora os assassinatos de pessoas trans e travestis no Brasil e publica boletins perioódicos com as informações.
Pra se proteger
da LGBTIfobia
Dicas e informações pra quem precisa denunciar ou se proteger da LGBTIfobia.

A ANTRA e a ABGLT produziram essa cartilha com todas as orientações que uma pessoa LGBTI+ precisa pra denunciar – e combater – a LGBTIfobia.

A RENOSP fez essa cartilha com dicas pras pessoas LGBTI+ se protegerem de ataques e violência.

A ABGLT criou um mapa que lista endereços de serviços de apoio e também leis estaduais e municipais de proteção a pessoas LGBTI+

O Acolhe LGBT+ também mapeou serviços pra população LGBTI+. Os mapas incluem serviços de saúde mental, assistência social, delegacias e mais.


    

Essa campanha é uma iniciativa da coalizão É crime, sim. E agora? formada por:



ABGLT All Out ANTRA Purpose RENOSP





Em ordem alfabética, também assinam:

ABL - Articulação Brasileira de Lésbicas | ABONG | ABRAI - Associação Brasileira Intersexo | Acontece - Arte e Política LGBTI+ | Actum | Angels Volley | ANPEd - GT 23 | APPAD Associação da Parada da Diversidade de Curitiba | ART JOVEM LGBT | Articulação das Mulheres Homoafetivas e Aliadas do Amazonas - ALMAZ LBTI+ | Bicha da Justiça | Casa Neon Cunha | Casa Rosa | CMP | CN LGBT | CNTE | Coletiva Bisibilidade | Coletivo Arouchianos | Coletivo Flor de Pequi Cultural | Coletivo LGBT Sem Terra do MST | Coletivo Nacional LGBT da CUT | COLETIVO T | Diretoria LGBT da UBES | Diretoria LGBT da UNE | Distrito Drag | Diversilibras | Evangélicxs pela Diversidade | FONATRANS | Fórum TT RJ - Fórum Estadual de Travestis e Transexuais do Rio de Janeiro | Frente Bissexual Brasileira | Fundação Tide Setúbal | GAPA Bahia | IBTE | Instituto LGBT+ | Lacrei | Liga Brasileira de Lésbicas | Monart - Movimento Nacional de Artistas Trans | Nohs Somos | Observatório de Segurança de Pernambuco | ONG LGBT+ do Brasil | ONG Olivia | ONG Pais Afetivos | Pride Bank | Rede Afro LGBT | Rede Candaces de Lésbicas e Bissexuais Negras | Rede de Apoio Jacob | RENFA Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas | Revolta da Lâmpada | Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo (Seesp) | TODXS | #VoteLGBT


Você representa uma organização da sociedade civil e gostaria que sua organização assinasse essa campanha? Entre em contato com a gente clicando aqui.